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terça-feira, 4 de maio de 2010

Operadores e Integradores Logísticos


Operadores e Integradores Logísticos
Publicado em 6/11/2008 13:20:19 por Portal Supply Chain

Confira uma entrevista com Ozoni Argenton, Diretor de Operações da Mclane, sobre OPERADORES e INTEGRADORES logísticos.

Quais são as principais diferenças entre operador e integrador logístico?A diferença entre o Operador e o Integrador Logístico está na evolução das atividades desenvolvidas por cada um.
Integrador Logístico é conhecido pelas atividades no desenvolvimento e customização de soluções para os clientes. Divide os riscos e retornos do gerenciamento logístico e é responsável por absorver e administrar todas as operações logísticas do cliente.
Já o Operador Logístico é tradicional nas operações voltadas para armazenagem, transporte e distribuição,  além de oferecer pacotes de serviços de valores agregados e diferenciados para cada cliente, como por exemplo: cross-docking, rastreamento, monitoramento e gerenciamento de  fretes, entre outros .

 Por que ainda existem tantas dúvidas sobre esta definição de cada função?A razão de ainda existirem dúvidas sobre o papel de cada um dos conceitos é que no Brasil o segmento de logística, além de se tornar um “modismo” nos últimos anos, é confundido  ainda  com as atividades voltadas somente aos serviços de  armazenagem. Com os anos, as características dos operadores logísticos ganharam segmentação,  e as empresas começaram a atender nichos de mercados específicos. Este fator contribuiu para a profissionalização do setor, assim como para a aceleração do processo de inovação tecnológica, sistêmica, operacional e conceitual. Baseado nestes aspectos, ganhou força a denominação 3PL (Third Part Logístics  = Prestador de Serviços Logísticos), que é a essência do Operador Logístico na concepção total do seu conceito.
Sobre 4PL, o que você pode discorrer a respeito?
Na realidade, o 4PL é o integrador logístico - conceito utilizado por todas as entidades que atuam na logística mundial. Sendo assim, o 4PL não é uma novidade, e sim uma evolução do operador logístico tradicional, que vai além do 3PL e determina a concepção de gestão e execução dos core competences logísticos junto aos clientes.No Brasil, o 4PL ainda é um desafio?No País, podemos considerar que o 4PL ainda é apenas um conceito. Estamos iniciando a fase do 3PL, executando a concepção total de serviços e atividades logísticas aplicadas ao segmento de atuação de cada empresa. As companhias, ao adotar prematuramente esta denominação, correm o risco de não alcançarem o sucesso no mercado devido a falta de conhecimento real das atividades de um integrador logístico.

Ozoni, para concluirmos quais são suas considerações sobre o atual estágio da terceirização no Brasil, e para onde devemos caminhar?
Atualmente, o Brasil vive uma fase de consolidação dos operadores logísticos existentes. O País possui uma economia estável, na qual a competitividade está baseada no valor agregado que cada operador oferece aos clientes. Este fator impulsiona o investimento em profissionalização das equipes, inovação tecnológica, inteligência logística, entre outras atividades. Com isso, o conceito de 3PL é cada vez mais conhecido e consolidado no mercado, o que abre novos caminhos para que, a médio e longo prazo, as empresas possam entregar as operações de Supply Chain Management aos 4PLs.
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